Denúncia contra programa “Casa Nova, Vida Nova’, em Lourdes
E-mail de Cleovansortenes dos Santos (conhecido por Keto) em nome dos beneficiários: “Nós, beneficiários de um conjunto habitacional do programa “Casa Nova Vida Nova” do Governo Federal, localizado em Nossa Senhora de Lourdes/SE, de acordo com prerrogativas, direitos e deveres previstos na Carta Magna, em relação ao referido conjunto, ora inacabado, faltando ainda à infra-estrutura viária e o saneamento básico, solicitamos a intervenção deste órgão, no sentido de que tais obras sejam fiscalizadas, concluídas e as casas sejam entregues as pessoas inscritas para tal fim, em razão de atender uma das necessidades indispensável à dignidade da pessoa humana, pois já se passaram mais de quatro anos desde o início das obras e, segundo informações do Gerente da Caixa Econômica de Propriá/SE, todo o dinheiro para o projeto já foi liberado, ocasião em que expomos os seguintes motivos:Os imóveis encontram-se deteriorados por vândalos e pela ação da natureza, devido ao abandono; Ocorreram furtos de objetos das casas, a exemplo de portas, pias, vasos sanitários e etc; Falta de vigilância para proteger e evitar o vandalismo nos referidos imóveis; As pessoas inscritas necessitam dos imóveis para morar, pois continuam em situações precárias pagando aluguel e sem condições para arcar com tal despesa; A Caixa Econômica já liberou todo o dinheiro para a realização completa da obra, no entanto, a mesma ainda não foi concluída e falta muita coisa a fazer; O prazo para conclusão da obra está prejudicado, tendo em vista que já se passaram mais 04 (quatro) anos desde o seu início; Por se tratar de casas construídas com dinheiro público, obra realizada através do Programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal, as pessoas responsáveis deveriam ter mais zelo e compromisso, observando-se o cumprimento da Lei.Vale ressaltar que no dia 27/04/2011 pessoas que não estão inscritas invadiram o referido conjunto e ainda começaram a negociar as casas trocando-as por aparelho celular e por qualquer objeto de valor insignificante. Porém, através de ordem judicial, as pessoas invasoras já foram desapropriadas e deixaram as casas”.
E-mail de Cleovansortenes dos Santos (conhecido por Keto) em nome dos beneficiários: “Nós, beneficiários de um conjunto habitacional do programa “Casa Nova Vida Nova” do Governo Federal, localizado em Nossa Senhora de Lourdes/SE, de acordo com prerrogativas, direitos e deveres previstos na Carta Magna, em relação ao referido conjunto, ora inacabado, faltando ainda à infra-estrutura viária e o saneamento básico, solicitamos a intervenção deste órgão, no sentido de que tais obras sejam fiscalizadas, concluídas e as casas sejam entregues as pessoas inscritas para tal fim, em razão de atender uma das necessidades indispensável à dignidade da pessoa humana, pois já se passaram mais de quatro anos desde o início das obras e, segundo informações do Gerente da Caixa Econômica de Propriá/SE, todo o dinheiro para o projeto já foi liberado, ocasião em que expomos os seguintes motivos:Os imóveis encontram-se deteriorados por vândalos e pela ação da natureza, devido ao abandono; Ocorreram furtos de objetos das casas, a exemplo de portas, pias, vasos sanitários e etc; Falta de vigilância para proteger e evitar o vandalismo nos referidos imóveis; As pessoas inscritas necessitam dos imóveis para morar, pois continuam em situações precárias pagando aluguel e sem condições para arcar com tal despesa; A Caixa Econômica já liberou todo o dinheiro para a realização completa da obra, no entanto, a mesma ainda não foi concluída e falta muita coisa a fazer; O prazo para conclusão da obra está prejudicado, tendo em vista que já se passaram mais 04 (quatro) anos desde o seu início; Por se tratar de casas construídas com dinheiro público, obra realizada através do Programa “Minha Casa Minha Vida” do Governo Federal, as pessoas responsáveis deveriam ter mais zelo e compromisso, observando-se o cumprimento da Lei.Vale ressaltar que no dia 27/04/2011 pessoas que não estão inscritas invadiram o referido conjunto e ainda começaram a negociar as casas trocando-as por aparelho celular e por qualquer objeto de valor insignificante. Porém, através de ordem judicial, as pessoas invasoras já foram desapropriadas e deixaram as casas”.